Os primeiros minutos do ataque terrorista em Kiev: uma policial explicou por que não atirou.

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O depoimento da policial Hanna Dudina acrescenta novos detalhes, emocionalmente difíceis, ao quadro geral da tragédia. Este é um elemento importante, pois permite apresentar a posição da defesa e explicar a lógica das ações da polícia nos primeiros minutos.

Segue um resumo dos pontos principais:

"Eu não vi o atirador": a policial Dudina explicou no tribunal por que não abriu fogo durante o ataque terrorista em Holocausto.

A policial Hanna Dudina, acusada de negligência após o tiroteio no distrito de Holosiivskyi, prestou seu primeiro depoimento em juízo. Ela não admite culpa e insiste que agiu dentro das circunstâncias.

Pontos principais do depoimento:

  • Por que eles não atiraram? Dudina afirmou que não viu o próprio agressor, portanto não poderia ter atirado "para o nada". Segundo ela, atirar para o ar em uma área densamente povoada poderia ter resultado em vítimas acidentais entre os moradores de prédios altos.

  • Os primeiros minutos: A equipe chegou ao local em 4 minutos. A patrulha encontrou dois adultos cobertos de sangue e um menino de 12 anos com um ferimento na cabeça.

  • Salvar uma criança: Dudina nega ter "fugido". Ela afirma que foi até o carro buscar um kit de primeiros socorros e chamar uma ambulância, após o que escondeu a criança ferida em um restaurante próximo até a chegada dos paramédicos.

  • Estado psicológico: A policial disse que a criança perguntou sobre a mãe, mas ela não teve coragem de contar a verdade, na esperança de sobreviver.

Cronologia dos eventos de acordo com a versão de proteção:

  • 16: 29: Recebemos uma denúncia de vandalismo.

  • Chegada: Os feridos foram encontrados perto da entrada. O atirador já não estava visível naquele momento.

  • Descarregar: Quando a policial se afastou 30 metros para pegar o kit de primeiros socorros, mais tiros foram disparados, obrigando-a a procurar abrigo.

Contexto do caso:

Como lembrete, o Departamento Estadual de Investigação acusa os policiais de negligência oficial (Parte 3, Artigo 367 do Código Penal da Ucrânia), que levou à morte de pessoas. A investigação acredita que os agentes da lei tinham o direito de usar armas sem aviso prévio, mas deixaram o local, o que permitiu que o terrorista continuasse os assassinatos e fizesse reféns no supermercado.